Sangramento fora do padrão habitual, principalmente nas primeiras semanas após colocar o DIU, é uma das dúvidas mais comuns. Boa parte do que acontece é esperado — mas vale saber diferenciar o normal do que merece avaliação.
Nas primeiras semanas: o que costuma ser normal
É comum ter escapes (sangramento leve, tipo “borra de café” ou rosado) de forma irregular no primeiro mês após a inserção, tanto com DIU de cobre quanto hormonal. O corpo está se adaptando à presença do dispositivo.
DIU de cobre: o que esperar a médio prazo
Pode deixar o fluxo menstrual mais intenso e as cólicas mais fortes, principalmente nos primeiros 3 a 6 meses. Isso tende a se estabilizar, mas para algumas mulheres pode persistir ao longo do uso.
DIU hormonal: o que esperar a médio prazo
Com Mirena e Kyleena, é comum o padrão de sangramento ficar irregular nos primeiros meses (escapes frequentes), para depois o fluxo diminuir bastante — uma parte das mulheres para de menstruar completamente ao longo do uso. Isso é esperado e não é prejudicial.
Quando procurar avaliação
Sangramento muito intenso (trocar absorvente a cada hora por várias horas seguidas), sangramento com dor forte, com febre, ou com cheiro forte não são esperados e merecem contato com a médica. O mesmo vale se o sangramento intenso persistir além de alguns meses.
O fio do DIU some ou muda de posição?
Se você não sente mais o fio ou sente algo diferente ao tocar, vale check-up para confirmar o posicionamento do dispositivo — não é motivo de pânico, mas merece avaliação.
Conheça o atendimento de DIU e Implanon ou Falar pelo WhatsApp
Perguntas frequentes
Sangramento marrom é normal?
Sim, sangue mais escuro (“borra de café”) costuma ser sangue antigo sendo eliminado mais devagar, comum nas primeiras semanas.
Por quanto tempo posso esperar o padrão se estabilizar?
Costuma-se dar de 3 a 6 meses de adaptação antes de reavaliar o método, salvo se houver sinais de alerta antes disso.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Cada paciente tem indicação individualizada, definida em avaliação clínica.
